"PORQUE ONDE ESTIVER O TEU TESOURO, ALI ESTARÁ O TEU CORAÇÃO". Mt 6,21
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sábado, 6 de janeiro de 2018

Os Reis Magos

Os Reis Magos simbolizam a fé e confiança nas profecias. Nascera o Rei dos reis! Eles creem e partem a fim de conhecê-lO! Atravessam o deserto e, prostrados, reconhecem, no Menino, Deus vindo ao mundo e não darão confiança a Herodes, pois pressentem sua artimanha.
Sejamos como esses Reis.
Que Deus nos inspire e confirme a nossa Fé para que desprezemos todos os "herodes", sem dó e nem piedade, pois os herodes querem matar Cristo em nós.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Papa Francisco: É triste que alguns católicos se achem perfeitos e desprezem os demais


Segundo o site ACI Digital (09/08/2017), o perdão como motor da esperança foi o tema central da catequese do Papa Francisco em uma nova Audiência Geral na qual recordou que a Igreja é formada por pecadores e criticou que alguns cristãos acham que são perfeitos e desprezam os demais.
“Os pecadores são perdoados. Não somente ficam aliviados a nível psicológico porque são libertados do sentido de culpa. Jesus faz muito mais: oferece às pessoas que erraram a esperança de uma vida nova, uma vida marcada pelo amor”, disse o Santo Padre.
“Penso em tantos católicos que se acham perfeitos e, por isso, desprezam os outros. Isso é triste”, afirmou.
Em sua opinião, “nos faz bem pensar que Deus não escolheu como primeiro massa para formar sua Igreja as pessoas que não erravam nunca. A Igreja é um povo de pecadores que experimenta a misericórdia e o perdão de Deus”.
“Desde o início do seu ministério público na Galileia, Jesus se aproxima dos leprosos, dos endemoniados, dos enfermos e dos marginalizados. Um comportamento assim (naquela época) não era nada habitual; tanto é verdade que esta simpatia de Jesus pelos excluídos, pelos ‘intocáveis’, será uma das coisas que mais desconcertarão seus conterrâneos”.
O Papa também disse que “onde existe uma pessoa que sofre, Jesus está lá, e aquele sofrimento se torna seu. Jesus não prega que a condição de pena deve ser suportada com heroísmo, como os filósofos estoicos”, mas “compartilha a dor humana e, quando o faz, de seu íntimo brota o comportamento que caracteriza o cristianismo: a misericórdia”.
Francisco assegurou que Jesus “abre os braços aos pecadores” e manifestou que muitos “continuam nos dias de hoje em uma vida errada, porque não encontram ninguém disponível a olhá-lo ou olhá-la de modo diferente, com os olhos, ou melhor, com o coração de Deus, isto é, com esperança”.
“Jesus vê uma possibilidade de ressurreição também em quem acumulou tantas escolhas erradas”, acrescentou.
Assim, o Papa recordou que “a Igreja não se formou por homens irrepreensíveis, mas por pessoas que puderam experimentar o perdão de Deus. Pedro aprendeu mais sobre si mesmo quando percebeu, ao canto do galo, que tinha renegado seu mestre, do que quando se mostrava superior aos demais com seus ímpetos e formas espontâneas. Também Mateus, Zaqueu e a Samaritana, apesar de suas faltas, receberam do Senhor a esperança de uma vida nova a serviço do próximo”.
“Nós que estamos acostumados a experimentar o perdão dos pecados, talvez a bom preço, deveríamos também recordar quanto custou o amor de Deus. Jesus não vai à cruz porque cura os enfermos, porque prega a caridade, porque proclama as bem-aventuranças”.
“O Filho de Deus vai à cruz, sobretudo, porque perdoa os pecados, porque quer a libertação total, definitiva do coração do homem”, sublinhou.
O Santo Padre também explicou que Jesus “não aceita que o ser humano consuma toda a sua existência com esta ‘tatuagem’ incancelável, com o pensamento de não poder ser acolhido pelo coração misericordioso de Deus”.
“Somos todos pobres pecadores, necessitados da misericórdia de Deus que tem a força de nos transformar e nos dar esperança a cada dia” e, “às pessoas que entenderam esta verdade básica, Deus presenteia a missão mais preciosa do mundo, ou seja, o amor pelos irmãos e irmãs, e o anúncio de uma misericórdia que Ele não nega a ninguém”.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

A bem-aventurança de ser perdoado



O desconhecimento do Deus misericordioso levou as heresias reencarnacionistas a imaginar várias mortes para poder recomeçar várias vidas. Ao contrário, o Deus o Antigo e do Novo Testamento não multiplica as mortes, mas multiplica as chances de vida nova, pelo perdão generosamente oferecido.
A confissão conduz ao perdão. Todo dia tudo de novo!
O cristão não coleciona complexos, nem recalques:
ele goza da bem-aventurança do perdão
(cfr. Rom 4,6-8)
 Fonte: Bíblia
Edições Loyola
Comentário do Salmo 32 (31)

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Papa Francisco...

 O Papa Francisco é compreendido na medida em que se compreende o Evangelho. 

   Em Mateus 5, 1-12, Jesus dá as normas para seguirmos. Ele fala de mansidão, de paz, de não vivermos de pagar o mal com o mal. As Bem-Aventuranças deveriam ser, por nós, lidas e meditadas para podermos compreender a difícil missão do Papa Francisco. Não é nada fácil lidar com um mundo que não reconhece Jesus Cristo como Deus. Tudo o que o Santo Padre faz é com cuidado, amor, respeito, mansidão, para que não se quebrem os frágeis laços de ‘diálogos’ com quem pensa diferente de nós. O Papa Francisco está tentando nos fazer ver que é possível conviver com essas diferenças sem que nos afastemos da Igreja. Ele não está alterando nada, ele está compartilhando o Amor de Deus com o próximo, mostrando, com seus gestos, que é possível conviver em harmonia, seja com quem for. Isso pode causar incompreensões, porém, Jesus é Pastor do mundo inteiro, não somente dos que creem Nele. Aqueles que creem continuam fazendo o que lhes é pedido, o que lhes cabe fazer; porém, aos que não comungam conosco, a mesma fé, devem ser tratados como esta Fé propõe. O Papa Francisco é coerente com a Fé e faz com que enxerguemos que precisamos sofrer junto com a Humanidade, com os que pensam como nós e com os que não pensam como nós. Porque estamos um pouco mais próximos de Jesus Cristo, não significa que nosso irmão não possa estar. Não cabe a nós esse julgamento, este parecer. Simplesmente, façamos a nossa parte, como ovelhas que seguem o Pastor, sem deixar de confiar que Jesus cuida de todos e somente Ele vai separar o joio do trigo. Não nós. É isso que o Papa Francisco tomou para si, nessa missão, deixar que o Espírito Santo conduza sua senda com a suavidade própria Dele e não o contrário, que nós conduzamos o Espírito Santo com nossa rudeza e injustiças. Quando o Papa diz que não julga uma pessoa de boa vontade que fala com Deus, que pede alguma coisa a Deus, está correto. O julgamento não cabe a nós. A nós cabe o testemunho. Eu confio no Papa Francisco, penso que ele está buscando tratar o Homem como Deus quer que seja tratado: com Amor e Respeito, com Mansidão e Sabedoria. Esse será o legado que este Papa nos deixará. Sem contudo deixarmos, nós, de sermos católicos de verdade, de coração, por opção. 


Iza Maria

sábado, 23 de maio de 2015

Queria entender o porquê desta pergunta do Senhor... Hoje compreendo...



Contou-lhes ainda uma parábola para mostrar que é preciso rezar sempre e nunca desanimar: “Em certa cidade havia um juiz, que não temia a Deus nem respeitava os homens. Nessa cidade havia também uma viúva que frequentemente recorria ele dizendo: ‘Faze-me justiça na questão com o meu adversário! ’. Durante muito tempo ele se recusou. Depois, pensou: ‘Embora eu não tema a Deus nem respeito os homens, no entanto, como esta viúva me incomoda, vou fazer-lhe justiça, senão ela não para de me aborrecer!”. E o Senhor acrescentou: Ouvi o que diz o injusto juiz. E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite? Por acaso vai demorar em socorrê-los? Eu vos garanto: ele lhes fará justiça bem depressa. Mas quando vier o Filho do homem, encontrará a fé sobre a terra?” Lucas 18, 1-8

Para refletir:

“Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?” (Lucas 18:8)

Esta triste pergunta feita pelo Senhor parece sugerir que a verdadeira fé Cristã chegaria ao ponto de quase desaparecer da Terra mesmo antes do Seu Regresso. Olhando para o mundo hoje em dia, com a crescente Cristofobia e Teofobia e tudo o mais (principalmente na Europa), não é difícil de pensar assim.
Uma vez que todo o ser humano – incluindo o crente ateu – possui fé em algo, é claro que o Senhor Jesus usou a palavra “fé” em referência específica à confiança genuína no Verdadeiro Deus e na Sua Palavra. Evidentemente essa fé seria uma raridade nos últimos dias.

Existem muitos avisos em relação a isso nas Escrituras:

* “Nos últimos dias“, diz o Apóstolo Paulo, os homens serão “mais amigos dos deleites do que amigos de Deus; tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela.” (2 Timóteo 3:1,4-5)
* “Nos últimos dias” diz o Apóstolo Pedro, os homens dirão “Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.” (2 Pedro 3:3-4).

* “Nos últimos tempos“, diz Judas, os homens seriam “escarnecedores …. Estes são os que causam divisões, sensuais, que não têm o Espírito.” (Judas 1:18-19)

No entanto, os Apóstolos não disseram que todos os homens seriam amantes dos prazeres mais do que amantes de Deus, inquisitivos em relação à Segunda Vinda do Senhor, ou escarnecedores sensualistas. De facto, os avisos de Paulo são dados especificamente como forma de motivar os Cristãos dos últimos dias a “anunciar a Palavra”. A exortação de Pedro foi dada para nos encorajar a “crescer na Graça” (2 Pedro 3:18), e as palavras de Judas são uma forma de nós irmos edificando a nossa alma “sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo.” (Judas 1:20)

Finalmente, o Apóstolo João insiste que nós permaneçamos “NEle; para que, quando Ele se manifestar, tenhamos confiança, e não sejamos confundidos por Ele na Sua vinda“. (1 João 2:28)






domingo, 22 de março de 2015

é preciso dizer não...




"É preciso dizer não, sobretudo, àqueles meios de comunicação que, esquecendo-se da sublime vocação do homem, entorpecem a mentalidade e fazem do pecado um projeto de vida". 

(Equipe Christo Nihil Praeponere)

Justo...



"Justo é aquele que tem como prioridade fazer a vontade de Deus!"  (Márcio Mendes. C. N.)

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Tempos difíceis...


Para quem não crê no Demônio, acha que ele não existe, aí está ele, visível, aí está ele aparecendo sob diversas formas: corruptos, falsos políticos, falsas religiões matando em nome... (nem ouso falar), ditaduras, exploração de seres humanos, especialmente dos mais pobres e de diversos continentes; tráfico de órgãos (noticiado que muitos corpos dos executados, podem ter sido violados e órgãos arrancados para transplante, ou seja vendidos; programas de TV (que deveriam estar longe da nossa vida), exploração da boa fé das pessoas; maltrato de animais, da natureza, desrespeito às coisas de Deus, ao bem público... A lista é imensa, como imensa é a influência do Maligno no mundo, justamente porque abandonou-se Deus. As portas do Inferno estão se abrindo... Tudo está piorando vertiginosamente... Portanto, muito propício meditarmos este antigo hino da Igreja, da primeira à última estrofe, como ele é atual!

Eu confio em Nosso Senhor, com fé, esperança e amor.
Eu confio em Nosso Senhor, com fé, esperança e amor.
A meu Deus fiel sempre serei; eu confio em Nosso Senhor.
Seus preceitos, oh! sim, cumprirei, com fé, esperança e amor.
Venha, embora, qualquer tentação; eu confio em Nosso Senhor.
Mostrarei que sou sempre cristão, com fé, esperança e amor.
Com as armas da fé lutarei; eu confio em Nosso Senhor.
Nessa luta, por Deus, vencerei; com fé, esperança e amor.
Os fracassos não hei de temer; eu confio em Nosso Senhor.
Pois com Deus hei de sempre vencer; com fé, esperança e amor.
Em perigo, aflição ou em dor; eu confio em Nosso Senhor.
Chamarei a meu Deus com fervor, com fé, esperança e amor.
E, depois de uma vida com Deus; eu confio em Nosso Senhor.
Eu espero partir para os céus, com fé, esperança e amor.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014



Palavra da Igreja

“A boa mãe sabe reconhecer tudo o que Deus semeou no seu filho, escuta as suas preocupações e aprende com ele. O espírito de amor que reina numa família guia tanto a mãe como o filho nos seus diálogos, nos quais se ensina e aprende, se corrige e valoriza o que é bom” (EG, n. 139).

terça-feira, 28 de outubro de 2014

quando as tempestades rebentam...

Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein) (1891-1942), Carmelita, mártir, co-padroeira da Europa .Judia convertida ao Cristianismo, Morreu num campo de concentração nazista. 

Poesia «Salmo 45», 28/04/1936; paráfrase do salmo 45/46

«E o barco chegou imediatamente à terra para onde iam»

Quando as tempestades rebentam 
Tu és, Senhor, a nossa força. 
Louvar-Te-emos, a Ti, Deus forte, 
Nosso constante socorro. 
Perto de Ti aguentamos firmes, 
Em Ti pondo a nossa confiança, 
Ainda que seja sacudida a Terra, 
E que se encapele o mar.
Podem as ondas enrolar-se e desenrolar-se, 
Podem as montanhas vacilar, 
A alegria há-de iluminar-nos, 
A cidade de Deus dá-Te graças. 
Tens nela a Tua morada, 
Preservas a sua paz santa. 
E um poderoso rio protege 
A sublime morada de Deus.
Sublevam-se em loucura as multidões, 
Colapsa o poder dos Estados. 
Eis que Ele levanta a voz, 
A Terra brame, sacudida. 
Mas o Senhor está connosco, 
O Senhor, o Deus Sabaoth. 
Tu és para nós luz e salvação, 
Contigo, jamais experimentaremos o medo.
Vinde todos, vinde contemplar 
Os prodígios do Seu poder: 
Todas as guerras se extinguem, 
A corda do arco desentesa. 
Lançai para o braseiro de fogo 
Escudo e arma de guerra. 
O Senhor, o Deus Sabaoth, 
Socorre-nos na tribulação.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014



Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz.

domingo, 27 de outubro de 2013


“Quando Cristo gritou na Cruz ‘Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?’, Ele vivia a mesma solidão de Jó. Acreditem em mim, não havia demônio em nenhum outro lugar da terra. Todos estavam ali tentando Cristo. Eles não podiam imaginar a vitória que seria a Cruz. Deus crucificado. Eles já estavam sentindo o gosto da vitória. Era o momento mais excitante para o inferno, era o momento das trevas. Quando Jesus morreu, um profundo silêncio dominou os demônios na terra. Naquele momento, eles entenderam que seriam condenados para sempre”.

Padre Antonio Fortea.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Para além dos ataques e elogios...



Quando te cantarem elogios
e jogarem mantos sob os teus pés
conta os dias
entre o Domingo de Ramos
e a Sexta-feira Santa...

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O segredo da felicidade



Foi Deus quem criou o mundo para o homem.
Foi Deus quem criou o homem e a mulher. 
Foi Deus quem os fez seus filhos, pelo batismo.
Foi Deus quem criou o amor, e o colocou no coração de ambos.
Foi Deus que os uniu, num laço de amor eterno, formando um lar.
É Deus que quer a felicidade eterna do casal e dos filhos.

Por tudo isso, Deus tem direito de ser amado, louvado, adorado, agradecido na intimidade da família, Deus tem direito de estar presente na família. Sem Deus, é impossível qualquer felicidade na família.
A família cristã deve ser um SANTUÁRIO, UMA IGREJA DOMÉSTICA, onde Deus é amado, servido, louvado.

- A oração em comum, a leitura da Bíblia, a participação na missa dominical, todos juntos, a prática da caridade, a integração na comunidade eclesial... são os elementos necessários para a felicidade e a unidade da família.

“A família que reza unida se salva unida”.