sábado, 30 de agosto de 2014
domingo, 10 de março de 2013
quarta-feira, 30 de maio de 2012
A Igreja é obra de Deus e sofrer por Jesus é alegria...
| http://partilhandonossafe.blogspot.com.br/2011/05/martirio-dos-nossos-dias.html |
domingo, 6 de maio de 2012
Qual o segredo da eterna juventude da Igreja?
Como foram ingênuos os fariseus, os legistas, os inimigos de Deus, ao tempo de Cristo, assim são ingênuos, terrivelmente ingênuos e insensatos os inimigos de Cristo de hoje, que o atacam nos membros de seu Corpo, a Igreja.
Frei Battistini - Meu Cristo Total Hoje
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Identificação de Cristo com a Igreja
A Igreja é Cristo que salva
Frei Battistini
A Igreja não é algo separado de Cristo.
A Igreja não é uma instituição separada de Cristo.
A Igreja não é “a voz de Cristo” que age em separado d’Ele.
A Igreja é o próprio Cristo Jesus, que age, santifica e salva. Ontem, hoje e sempre.
A Igreja é um prolongamento de Cristo no mundo.
A Igreja é o Cristo presente nos seus membros.
A vida divina de Cristo é a vida divina da Igreja.
“Do mesmo modo que, em um só corpo, nós temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma função, ASSIM NÓS, TODOS JUNTOS, CONSTITUIMOS EM CRISTO UM CORPO ÚNICO” Rm 12,4-5.
E também: “Com efeito, o corpo é um e, não obstante, tem muitos membros, mas todos os membros do corpo, apesar de serem muitos, formam um só corpo. Assim também acontece com Cristo” 1Cor 12,12.
Como a cabeça de um corpo é inseparável dos membros, assim também, Cristo, Cabeça da Igreja, e, os cristãos, membros da Igreja, são inseparáveis.
Quem pretende considerar a Igreja separada de Cristo, se prepara para ter na sua frente um cadáver, e não mais um organismo vivente.
Jesus disse abertamente que estará com os apóstolos para sempre.
“Estarei convosco até o fim do mundo” Mt 28,20.
- Cristo continua salvando o mundo pela sua Obra, que é Ele mesmo agindo pela sua Obra, a Igreja.
“Deus não enviou seu filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja SALVO POR ELE”, isto é, pela sua Igreja” Jo 3,17.
Jesus se identifica na voz dos apóstolos.
“Quem vou ouve, a mim ouve” Lc 10,16.
- Batizar é santificar. Quem derrama água na cabeça do homem é o sacerdote ou o simples cristão. Mas quem santifica, quem transforma, quem comunica a vida de Deus, é Cristo.
- “Recebei o Espírito Santo, a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados” Jo 20,20.
Quem faz o gesto do perdão, e quem pronuncia as palavras do perdão, é o sacerdote, mas quem dá o perdão de Deus, é Cristo.
- Mais claramente os Santos Padres declaram: “Seja quem batize Pedro, é Cristo que batiza. Seja quem batize Paulo, é Cristo que batiza. Seja quem batize Judas, é Cristo que batiza”.
- Cada membro da Igreja em relação à Vida Eterna não é capaz de realizar nada, sem a graça de Cristo. De fato: “Sem mim nada podeis fazer”.
- Bem claramente São Paulo nos aprofunda nesta verdade. Todo crescimento da Igreja, toda atividade e toda ação dos membros provém da cabeça.
“Dele, todo corpo, bem ajustado, e solidamente coeso por meio de todas as junturas de comunicações, segundo à atividade proporcionada a cada um dos membros, REALIZA DO SEU CRESCIMENTO E SE VAI EDIFICANDO NA CARIDADE” Ef 4,16.
- E mais explicitamente Paulo afirma: “Ele, Cristo, é a cabeça do corpo que é a Igreja” Cl 1,18.
- Perseguindo os membros da Igreja é a Cristo que se persegue: São Paulo estava perseguindo e matando os cristãos. Andando pra Damasco, a voz de Cristo gritou: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” At 9,4.
A identificação de Cristo com a Igreja é evidente.
Ouvindo a Igreja, ouve-se Cristo. Perseguindo a Igreja, persegue-se Cristo.
Aderindo a Igreja, adere-se a Cristo. Amando a Igreja, ama-se a Cristo. Criticando a Igreja, critica-se Cristo.
Sendo membro da Igreja, é-se membro de Cristo.
Hoje há quem avança a ideia de que Cristo não teve a intenção de fundar uma Igreja, baseando-se unicamente na organização atual.
Estes podemos compará-los àquele médico que esquartejava cadáveres para encontrar a alma do homem; não encontrando, concluiu que o homem não tem alma, mas é tudo matéria. Que raciocinem!
O grande Bossuet diz: “A Igreja é Jesus Cristo difundido e participado. É Jesus Cristo todo inteiro. Jesus Cristo homem perfeito, Jesus Cristo na sua plenitude”.
Também o grande Teólogo Moehler escreve: “Se o Filho do Altíssimo tivesse descido no coração do homem sem assumir uma forma corpórea, seria claro que Ele tivesse fundado uma Igreja invisível e puramente interior. Mas, dado que O VERBO SE FEZ CARNE, para reconquistar o homem ao Reino dos Céus, quis sofrer e agir à maneira dos homens. Deste ponto de vista, continua Moehler, a Igreja é, pois, Jesus Cristo que se renova incessantemente, e continuamente reaparece sob forma humana: É A ENCARNAÇAO PERMANENTE DO FILHO DE DEUS”.
Também Lippert nos dá uma outra imagem não menos clara e viva.
“A Igreja se apresenta assim não só como uma instituição fundada por Cristo Jesus, me dado momento histórico, mas também como uma realidade que, em cada ponto de sua duração, não cessa de NASCER DE CRISTO como um rio imenso, que emergindo da invisível profundidade da alma, DILAGA no mundo visível da organização, como a pulsação ao ritmo da qual se move toda a história universal de um coração eternamente vivo” (Lippert: A Igreja de Cristo).
“Não sou eu que vivo. É Cristo que vive em mim!” Gl 2,20
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
A Igreja e as Seitas
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
A Igreja de Cristo é Caminho de Salvação
A Igreja então é CAMINHO da Salvação.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
As perseguições e calúnias, hoje...
Em todas as nações a Igreja é acusada de muitos e muitos fatos.
sábado, 24 de julho de 2010
Nosso coração, uma rede...
Pe. Virgílio, ssp
sábado, 5 de junho de 2010
A importância de estar com Pedro...

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
A Igreja: Para quê?
Em nossos dias há cristãos que professam Jesus Cristo, mas são avessos à Igreja, que eles não frequentam por diversos motivos ou, às vezes, sem motivo algum. Privatizam a sua fé, como se diz.Tal atitude não é cristã. Deriva-se do desconhecimento do que seja realmente o Cristianismo. Com efeito; ser cristão não é simplesmente crer em Deus e valer-se dos benefícios espirituais (reconforto, estímulo...) que o Evangelho proporciona. É crer em Deus como Jesus Cristo O revelou.
Ora o Deus da Revelação cristã é precisamente o Deus da Aliança..., Aliança Antiga travada com os patriarcas, e Aliança Nova, selada pelo sangue do próprio Cristo. Jesus se apresentou como o Mediador da nova e definitiva Aliança. Esta não diz respeito apenas à coletividade, mas refere-se a cada um dos seres humanos. Por conseguinte, ser cristão significa ser membro de um povo com o qual Deus fez Aliança, e participar da vida desse povo.
A Aliança, na Escritura, é comparada à união nupcial: Deus quer ser o Esposo da Filha de Sion (cf. Is 54, 5-7); fazendo-se homem em Jesus Cristo, Ele é o Esposo da Igreja (cf. Ef 5,25-30; 2Cor 11,2); trata-se, pois, de um pacto de amor destinado a transmitir a vida divina aos homens. Ora cada cristão é uma miniatura da Igreja (mikroekklesia); ele comunga com a Igreja e realiza em si uma parcela da Aliança existente entre Cristo e a Igreja.
Jesus, em sua paciente tarefa pedagógica, quis suscitar nos discípulos a consciência dessa grande realidade de viverem em comunhão...: “Não temais, pequeno rebanho...” (Lc 12,32). “Como o Pai me enviou, assim eu vos envio” (Jo 20,21), “Simão, Simão, eis que Satanás pediu insistentemente para vos peneirar como trigo; eu, porém, roguei por ti, a fim de que tua fé não desfaleça. Quanto te converteres, confirma teus irmãos” (Lc 22,31s).
De resto, não poderia ser outro o caminho de crescimento espiritual do cristão. Como seres humanos, fomos feitos para viver em sociedade (família, escola, profissão...), onde encontramos os meios para nos desenvolver e realizar plenamente, saindo de nosso egoísmo. Também assim se processa a nossa santificação: é na Igreja, onde Cristo vive como em seu sacramento primordial, que recebemos a vida divina e o penhor da herança eterna.
As falhas que possamos encontrar em nossos irmãos, não nos surpreendem, visto que ninguém está isento de cometer iguais ou piores. O mistério da Encarnação ou do Deus revelado através do humano se prolonga na vida de cada cristão... Sem isso o Cristianismo é rótulo, é um belo nome esvaziado de seu rico conteúdo.Revista Pergunte e Responderemos – Agosto 1993 – nº 375
sábado, 14 de novembro de 2009
A Igreja Triunfa no Mundo
A consequência na Igreja da perseguição e a resistência dos cristãos são muito significativas para o desenvolvimento inteiro da própria Igreja e para a vivência de sua fé. Essa resistência já tinha sido preparada: Cristo mesmo foi executado na cruz. As perseguições acompanharam a comunidade cristã desde o início, primeiro pelos judeus, até mesmo fora da Palestina, depois pelo Estado Romano.A Igreja com consciência de que está exposta a revezes e sofrimentos por causa de sua fé. É estrangeira e peregrina neste mundo para anunciar seu Senhor porque acredita que Ele é o Senhor e Salvador do mundo (Mt 26,51-54; Jo 18,36s). Assim como o Pai enviou o Filho, assim também o Filho enviou os seus não para condenar o mundo, mas para que este seja por eles salvo (Jo 3,14-18; 15,16s). No ano de 313, quando os cristãos formavam uma significativa porção no Império, o imperador romano Constantino I promulga o “Edito de Milão”, que garante a liberdade de culto para toda a igreja. (História da Igreja)
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Igreja: Presença de Cristo no Mundo
Uma história para ilustrar: Um estranho convite espalhou-se numa certa cidadezinha causando tremendo assombro: “Convida-se para o enterro da Igreja”... Pode ser que você já conheça a estória do “enterro da Igreja”. Mas é muito ilustrativa e assim vamos contá-la de novo. Certa vez, um padre novo foi enviado a uma pequena paróquia do interior. Era um povoado de pouca gente, mas de muitos problemas. O povo gastava o tempo em questõezinhas políticas e falatórios da vida alheia. Embora todos se dissessem católicos, a igreja estava sempre vazia. E o padre novo cheio de ideal e de esperança, queria ver a igreja lotada, o povo cantando, rezando e trabalhando unido. Mas foi uma decepção. Na sua chegada houve até uma festa, com discursos e promessas, etc. Mas, não passou disso. Às missas não vinha ninguém. O padre estava desanimado com aquela indiferença. Certo dia, porém, teve uma ideia. Percebendo que o povo gostava de novidades, inventou uma boa: convidou o povo para o enterro da Igreja! A notícia espalhou-se rapidamente. A data estava marcada: o “enterro da Igreja” seria no próximo domingo, às 17h. Durante a semana a notícia se espalhou, mas sem dúvida, acrescentado de um comentariozinho de gozação: “Esse padre não bate bem. Vamos ver o que ele vai aprontar!” E era isso mesmo que o padre queria: chamar a atenção de todos. Reunir o maior número possível de paroquianos. E deu certo. Todo mundo queria assistir o tal “enterro da Igreja”. Nunca um domingo foi tao esperado como aquele. Durante a tarde toda foi chegando gente. O povo não cabia mais na Igreja. Junto à porta da matriz estava um caixão roxo com quatro velas grossas. O ambiente foi ficando sério. No meio de tanta curiosidade, criou-se também um clima de respeito. Finalmente o padre novo pôs o povo em duas filas, uma de cada lado do caixão, para que todos silenciosamente pudessem ver pela última vez a “Mãe-Igreja” e dela se despedissem.Estava revelado o mistério. Ninguém saiu rindo, mas envergonhado, muitos deles cobrindo o rosto com a mão. No fundo daquele caixão vazio, o padre havia colocado um grande espelho. E cada um via lá dentro o seu próprio rosto: a Igreja estava morta na pessoa de cada paroquiano que não vivia a fé!Alguns alteram a estória, aumentam ou a diminuem conforme a mensagem que desejam passar.
Mas, a mensagem mais forte, sem dúvida é que se afirmamos que cremos em Jesus, então a pergunta é: Como viver a nossa fé sem a Igreja; sem a Igreja que Ele mesmo fundou como lemos em Mt 16,13-20?
Já nos primeiros anos de nossa vida somos inseridos no Seio da Igreja através do Sacramento do Batismo e daí começa nossa caminhada até que um dia tenhamos a graça de encontrarmos a Deus, se assim merecermos.
- ser luz no meio das trevas, do pecado, do egoísmo, das injustiças irradiando paz, justiça e fraternidade;
- fazer com que aconteça o Reino de Deus;
- ser sinal de Salvação.Ler: Mt 5,14-16
Foi aí, nessas Igrejas locais, que o Espírito Santo agiu e tornou presente o mistério da Salvação. Aliás foi em Antioquia que, pela primeira vez, os membros da Igreja receberam o nome de “cristão”, precisamente por serem vistos reunidos em comunidade em nome de Cristo (At 11,26). O próprio Cristo havia dito que esta seria a “marca” de sua Igreja: ser uma comunidade reunida no amor fraterno (Jo 13,35). E assim foi que a Igreja se manifestou ao mundo. Os cristãos reuniam-se nas casas e nos templos, diariamente, para ouvirem a Palavra de Deus, celebrarem a eucaristia, orarem juntos e se ajduarem fraternalmente, a tal ponto que os pagãos se admiravam de ver como eles sabiam viver em comunidade (At 2,42-47).
A Igreja nos dá normas que chamamos também mandamentos:
Os 5 mandamentos da Igreja são:1º Participar da missa nos domingos e dias santos.
2º Confessar-se ao menos uma vez por ano.
3º Comungar sempre que possível em cada missa.
4º Jejuar e não comer carne, quando manda a Igreja. (praticar algum ato de penitência às sextas-feiras).
5º Pagar o dízimo.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
A Igreja Católica
Fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, é a sociedade de todos os cristãos, que professam a mesma fé, recebem os mesmos sacramentos, sob a obediência do Papa e seus legítimos pastores.



